segunda-feira, 25 de novembro de 2013

 
 
 
 

 jogos matemáticos

 
 
A utilização dos jogos matemáticos desenvolvem o raciocínio lógico das crianças e suas habilidades; fazê-las a conceberem a matemática como uma disciplina prazerosa na criação de vínculos positivos na relação professor-aluno e aluno-aluno. Com os jogos matemáticos, os alunos podem encontrar equilíbrio entre o real e o imaginário e ampliarem seus conhecimentos e o raciocínio lógico-matemático.

         O incentivo do educador é essencial para promover uma aprendizagem de conhecimento satisfatório, que seja capaz de despertar o interesse do aluno em seu processo de construção de conhecimentos. O educador pode possibilitar ao aluno vivenciar os jogos visando, entre outros benefícios, aumentar sua motivação na disciplina de matemática.

          A utilização de jogos nas aulas auxilia os alunos a aprenderem a respeitar regras, a exercer diferentes papéis, a discutir e a chegar a acordos, a desenvolver habilidade de pensar de forma independente e na construção de conhecimento lógico matemático. As atividades com jogos em sala de aula são uma forma interessante de propor problemas, porque é atrativo para o aluno e favorece a criatividade na elaboração de estratégias durante o jogo.

         Os jogos matemáticos, incentivar a criança no seu desenvolvimento sensorial e motor. Para tanto, é importante que os educadores mantenham o equilíbrio na distribuição da riqueza material e cultural, oferecendo aos alunos a oportunidade de produzir recursos necessários para uma vida educacional. A alguns pesquisadores explicar que a criança aprende mais através de objetos colocados em seu mundo e que nesse movimento ela se desenvolve, tornando-se mais ágil.

         A criação dos jogos imaginária permite ir além do próprio conhecimento. A criança tanto pode aceitar como discordar e essa dinâmica colabora para a formação da criança que, no futuro, serão adultos mais críticos. Há várias formas de ensinar as crianças com jogos utilizando produtos reciclados, tais como, caixa de fósforos usada, palito de sorvete, caixas de ovos e outros. Antunes (2006, p. 26) afirma que:

        Embora existissem no comércio vários jogos, como cubos e peças de encaixe, é interessante que a escola os possua para seus alunos, em grupos pequenos, para que possam explorar esses desafios. A impossibilidade de compra não impede que sejam os mesmos providenciados com sucatas para seu uso em situações diversas. Mesmo sem o emprego de regras, a atividades já é pelo manuseio e conversa interior um produtivo estímulo.

        A criança, em seu cotidiano, aprende a identificar objetos, entre eles, janela, parede e móveis, o que estimula as suas ideias de identificação.

Para Antunes (2006), na escola, essas atividades podem ser ampliadas, com a utilização de sólidos geométricos, figuras de papelão, em excursão dentro e fora do ambiente escolar, para que os alunos reconheçam determinadas formas e desenvolvam o pensamento abstrato.

        Nessa perspectiva, ensinar matemática é desenvolver o raciocínio lógico independente, a criatividade e a capacidade de resolver problemas. Em função disso, no intuito de promover uma aprendizagem significativa e alcançar resultados satisfatórios, educadores buscam cada vez mais instrumentos que sirvam de recursos pedagógicos auxiliares e a ludicidade envolvendo os jogos para ensinar matemática é uma maneira inteligente de lograr êxito na ação educativa.

         A criança pode adquirir os conhecimentos matemáticos se beneficiando de materiais alternativos, como tampinha de garrafas, caixas de fósforos, palito de fósforo usado, entre outros. São materiais de fácil acesso, que permitem à criança exercitar seus conhecimentos. SMOLE, Diniz e Candido (2000, p.11) explicam que:

Explorar, investigar, descrever, representar seus pensamentos, suas ações. [...] representar, ouvir, falar e escrever são competências básicas de comunicação, essenciais para a aprendizagem de qualquer conteúdo em qualquer tempo; o      ambiente previsto para o trabalho precisa contemplar momentos para a produção e leitura de textos, trabalho em grupos, jogos, elaboração de representações pictóricas e, a elaboração e leituras de livros.

 

 

         Ao jogar, o aluno resolve questões por meio de tentativa e erro; pode reduzir um problema em situações mais simples; representar problemas, através de desenhos, gráficos ou tabelas; fazer analogias de problemas semelhantes e desenvolver o pensamento dedutivo.

       O jogo pode ser aproveitado como instrumento facilitador no processo de construção de conhecimentos, visto que facilita seu desenvolvimento cognitivo, tendo em vista que os jogos matemáticos e a matemática recreativa são carregados de ludicidade. Conforme exposto anteriormente, são muitas as potencialidades dos jogos no processo ensino-aprendizagem, cabendo ao professor selecionar de forma criteriosa os que são adequados a cada situação pedagógica.

 

 

 

                                                                          REFERÊNCIAS

 

    ANTUNES, Celso. Inteligências múltiplas e seus jogos inteligência: Inteligência espacial. v 4. Petrópolis, RJ: Vozes, 2006. 

  SMOLE, Kátia; DINIZ, Maria Ignez S. V.; CANDIDO, Patrícia T. Brincadeiras infantis nas aulas de Matemática. Porto Alegre: Artmed, 2000.

   BRASIL. Parâmetros curriculares nacionais: matemática. v 3. Secretaria de Educação Fundamental: Brasília, 1997.

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

A formação do professor no século xxI

IEBS_ Instituto Educacional Do Baixo Sul .
Docente -Maria Cremilda Costa Santana .


 

 
Resumo
A formação do professor no século xxI


A formação social do professor neste século XXI vem perdeu o prestígio social. Hoje é figura pouco valorizada, perdendo as cores que outrora o faziam cidadão excelso, nos dia atuais vimos sua capacidade e autoridade em terreno pouco fértil. Todavia, o professor continua a ser figura imprescindível no mundo, pois não há ensino-aprendizagem sem professor,esse conflito entre o desprestígio e o necessário ao mundo educacional nos faz repensar , Como deve ser o professor do século XXI?

As grandes mudanças, irreversíveis, estão relacionadas ao desenvolvimento das Tecnologias de Informação e Comunicação, que instituem diferentes concepções de tempo e de espaço e possibilitam ao professor desenvolver novas práticas pedagógicas. É necessário, então, que os professores do século XXI, em primeiro lugar, adquiram fluência tecnológica – vinculada à reflexão e ao uso de ferramentas digitais – e sejam os profissionais que o mundo globalizado está a exigir.

Assim, a função do bom professor do século XXI não é apenas a de ensinar, mas de levar seus alunos ao reino da criatividade do conhecimento. Para tanto, deve caminhar, ao rumo do saber, entre o desenvolvimento tecnológico e suas práticas pedagógicas. Há trilhas importantes passos ao desenvolvimento humano que cada dia estar adquiram fluência mas tecnológica .


A grande desafio do professor não é a de instruir, mas a de educar o aluno como pessoa humana que vai trabalhar no mundo tecnológico. Um mundo povoado de dores, incertezas e inquietações. A escola não pode mais se limitar a educar pelo conhecimento destituído da compreensão do homem real, pois de nada adianta o conhecimento bem ministrado em sala de aula, se fora da escola o aluno se torna um homem brutalizado, desumano e patrocinador .

Os professores possuir na gestão democrática um princípio primordial, que não exclua, não reprima . Quem exercita a democracia, em pequenas unidades escolares, constrói um espaço próprio e competente para assumir responsabilidades maiores na estrutura educacional.

O professor do novo milênio não é mais pedestal, dono da verdade,e dos conhecimentos , representante de todos os saberes, capaz de dar respostas para tudo. Ele deve articular-se com a escola e as famílias de alunos, na busca de contornar situações desafiadoras em sala de aula,o educador deve ter a preocupação de reeducar-se de forma contínua, uma vez que a sociedade ainda traz, no seu tecido social, as teorias da homogeneidade para as realizações humanas, teoria que, depois de séculos, conseguiu apenas reforçar as desigualdades sociais.

A missão do professor é orientar as pessoas ter a consciência que podem amar, viver e ser felizes com as diferenças, pois nelas poderão ser encontradas muitas semelhanças histórica. As diferenças podem somar valores e multiplicar gestos de fraternidade e paz entre as pessoas aprendizagem fundamentais à Educação para o século XXI..

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Este trabalho  foi realizado na escola Dr. Cley Andrade, esta localizada na rua Dr. Cley Andrade. Na comunidade do bairro Santa Luzia, onde se concentra a maio parte de habitantes da cidade de conceição da feira.
 
A Escola Dr. Cley Andrade funciona nos três turnos matutino, vespertino e noturno, possui um Projeto Politico Pedagógico, na sua elaboração participaram diretor, coordenador, docente e funcionários ,o mesmo tem orientação totalmente o trabalho pedagógico e todos o consultam ,possuir projeto de leitura ,ambiental ,negro na sociedade ,olimpíadas de língua portuguesa ,jogos ,estudantis as disciplinas básicas ,A escola possui parâmetros de avaliação e estão de acordo com o PPP. São utilizados os temas travessais, ética, meio ambiente, saúde, pluralidades cultural,  educação e consumo, através de projetos.
Rosana Cerqueira

Um trabalho em equipe merece ser registrado ainda mais quando se busca um trabalho voltado a comunidade. O registro torna-se mais significativo quando compartilhado e deixado realmente público. Como toda ação no serviço público e sobretudo na Educação realmente precisam ser. O presente material é fruto desta premissa de trabalho
 
A formação de uma criança não cabe dentro da adaptação ou do treinamento. É preciso criar condições para educá-la. A educação é a formação humana que transcende o que pode ser obtido por treinamento, domesticação ou adaptação. Para educar, os meios, os procedimentos e as oportunidades de aprender são diferentes daqueles usados para treinar (Caderno 03, p. 15).



 importância

   
             
 

A importância
do brincar
infantil
A brincadeira para a criança não representa o mesmo que o jogo e o divertimento para o adulto, recreação, ocupação do tempo livre, afastamento da realidade. Brincar não é ficar sem fazer nada, como pensam alguns adultos. O brincar das crianças "é feito de um fazer com o corpo, principalmente com seu movimento e com seu prazer." Gomes(1993).
 
 

 
A importância do brincar, o lúdico e a fantasia do faz de conta, são de extrema importância na infância, brincar transmiti a forma como a criança atrela e assimila o mundo, os objetos, a cultura, as relações e os sentimentos das pessoas. Para as crianças, o brincar e o jogar são modos de aprender e se desenvolver. Ao fazer essas atividades, elas vivem experiências fundamentais. É através da brincadeira que a criança recria e interpreta o mundo em que vive e se relaciona com este mundo.
         Para Piaget (1971), quando brinca, a criança assimila o mundo à sua maneira, sem compromisso com a realidade, pois sua interação com o objeto não depende da natureza do objeto, mas da função que a criança lhe atribui.
O brincar é realmente uma das coisas mais importantes na construção da criança.
não uma simples recreação ou passatempo, mas a forma mais completa que a criança tem de se comunicar consigo mesma e com o mundo. É na magia do brinquedo que ela desenvolve a autoestima, a imaginação, a confiança, o controle, a criatividade, a cooperação, o relacionamento interpessoal.
         De acordo com Vygotsky, o brincar tem sua origem na situação imaginária criada pela criança, em que desejos irrealizáveis podem ser realizados, com a função de reduzir a tensão e, ao mesmo tempo, para construir uma maneira de acomodação a conflitos e frustrações da vida real.

          É primordial que a criança brinque, para expressar seus desenvolvimentos, seus desejos, suas experiências, pois no mundo do faz de conta é possível destruir o que incomoda, sejam pessoas ou situações, e reconstruí-los novamente, colocando-se no mundo externo a própria realidade interna, sem danos e culpas inadequadas; para dominar as suas angústias e os seus medos provenientes de fantasias mescladas, muitas vezes com a realidade; para trabalhar sua natural agressividade, de forma tranquila e segura, separa, estabelecer e desenvolver a sociabilidade; para aumentar suas experiências e aprender o que é, e que não é permitido ,podendo tentar de novo, sem críticas destrutivas; para promover sua criatividade e favorecer sua personalidade no futuro.
         "O lúdico na educação infantil traz em si as potencialidades que irão se desenvolver na vida adulta"... Nos jogos de faz de conta, as crianças se interagem com os personagens, simulando novas experiências, inventando papéis, imitando situações, ligando fatos e reproduzindo os comportamentos dos adultos. Na tentativa de aprender a linguagem dos adultos, recorre ao jogo imaginário, imitando papéis sociais. Repete frases com inflexões dos pais, e pessoas próximas a elas. Esse esforço para representar estimula a descoberta de um mundo de novos conhecimentos um vocabulário rico e uma assimilação crítica da realidade.
 
          À medida que a criança utiliza-se da brincadeira, do lúdico, ela interage com o outro, com o objeto e consigo mesma, desenvolvendo a linguagem, função esta que organiza todos os processos mentais da criança, dando forma ao pensamento. Com o desenvolvimento da capacidade simbólica do pensamento, o jogo simbólico, o faz de conta, pode ser considerada a atividade principal da criança, pois, através dele, ela faz acomodações, avança em suas condições de pensamento.
          De acordo com Piaget, "os jogos e as atividades lúdicas tornam-se mais significativas à medida que a criança se desenvolve; com a manipulação de materiais variados ela passa a reconstruir, reinventar as coisas, o que já exige uma adaptação mais completa".
         É através das atividades no brincar que a criança alcança a liberdade de traduzir e utiliza sua personalidade integral e é somente sendo criativo que o ser humano descobre o eu. Brincando e jogando a criança expressa toda a sua espontaneidade. A criança que brinca experimenta, constrói com as brincadeiras, aprende a dominar sentimentos de angústia, a conhecer seu corpo, a fazer representações do exterior e progressivamente a agir sobre ele, controlando seus próprios limites.
          Portando, o brincar desperta, constrói algo além do divertimento, entretenimento ou descarga de energia. Representa fonte de conhecimento, aprendizado, de satisfação e um acesso ao imaginário.
 
 
 
 
 

REFERÊNCIAS

VYGOTSKY, LEV SEMIONOVICH, Ivan Ivic. Coleção Educadora do MEC. em 2010: editora Massangana da fundação Joaquim Nabuco
ASSOCIAÇAÕ BRASILEIRAS DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: informação e documentação: referencia-elaboração. Rio Janeiro 2000.
FREIRE, Paulo; da Autonomia: saberes necessário para educar á pratica educativo /-São Paulo. Paz e Terra, 1996(coleção Leitura).